<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7402905688492670236</id><updated>2011-07-30T18:47:33.567-07:00</updated><title type='text'>CEIBERNÉTICO</title><subtitle type='html'>Um blog para alunos e professores se conectarem além da sala de aula.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://ceifazer.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7402905688492670236/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ceifazer.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>CEI_faz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15639033654627396645</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>3</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7402905688492670236.post-8502163321695004911</id><published>2010-03-07T07:25:00.000-08:00</published><updated>2010-03-07T07:34:47.127-08:00</updated><title type='text'>História da Arte - Texto para 3ºano E.M.</title><content type='html'>Olá,classe!&lt;br /&gt;Leia,analise e pesquise sobre artistas citados no texto de Ferreira Gullar,para sua melhor compreensão.Se houver algum termo ou palavra que você não conheça,procure o seu significado.Depois escreva um texto(máx. de 20 linhas), expondo sua concordância ou discordância com relação ao ponto de vista do autor.Não se esqueça de justificar suas colocações!Envie para o meu email:fafanoronha@uol.com.br.Se preferir,entregue-me pessoalmente.data de entrega:22/03/2010.Bom trabalho!&lt;br /&gt;São Paulo, domingo, 07 de março de 2010,Ilustrada,Folha de São Paulo.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; FERREIRA GULLAR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pouca realidade &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;A arte existe porque a realidade não nos basta; copiar a realidade é chover no molhado&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEIO QUE a próxima Bienal de São Paulo será tomada por filmes, fotografias e videoinstalações. E não serão filmes de ficção, mas filmes que tratam da realidade política, econômica e social. Essa notícia veio ajustar-se a uma leitura que tenho feito do rumo tomado pelas artes plásticas, segundo a qual tudo o que nelas era fantasia foi substituído pela realidade. O realismo do passado representava a realidade; o de agora mostra-a.&lt;br /&gt;A grande arte inventa o real, subverte-o, enriquece-o mesmo quando se trata de realistas como Corot ou Courbet. Digo que a arte existe porque a realidade é pouca, não nos basta. Copiar a realidade é chover no molhado.&lt;br /&gt;Após o realismo do século 19, veio o impressionismo, de Monet e Renoir, em que a realidade do mundo dissolvia-se em luz e cores vibrantes, que mudavam com o passar dos minutos. Cézanne queria uma pintura menos fluida, mais sólida, mais próxima do real, porém, grande artista que era, terminou por desintegrar as formas reais em manchas, abrindo caminho para o cubismo. Ele dizia que, sem a natureza, não havia pintura, mas, em vez de copiá-la, tratou de mudá-la em sua pintura: a substância das maçãs que pintou é pictórica, não é a mesma da maçã real.&lt;br /&gt;Pois bem, os cubistas inverteram a questão; em vez de partirem da natureza, partiram da tela, dos elementos gráficos e cromáticos para reinventar o real: o cachimbo, que se vê numa natureza-morta de Braque, não existe; ele o inventou. Foi o começo de uma revolução que a tudo subverteu e, o quadro, agora, tanto podia ser pintado como feito de recortes de jornal, fios de arame, barbante, areia, pano colado na tela. Expulso da pintura o objeto natural, tornou-se o quadro o objeto da pintura e, assim, qualquer coisa que se pusesse ali viraria arte. E nasceram a arte Merz (quadros-colagens), de Schwitters; o dadaísmo, de Arp e Duchamp; o suprematismo, de Malevitch; sem falar no neoplasticismo, de Mondrian. Implodida a linguagem pictórica, todos os caminhos se tornaram possíveis, menos a volta à imitação da natureza.&lt;br /&gt;A tendência realista foi consequência da substituição da visão religiosa pela concepção científica e do desenvolvimento industrial. A linguagem abstrato-geométrica da arte levou Malevitch ao impasse da tela em branco, que o fez trocar o quadro pela construção no espaço real. Por sua vez, Schwitters passou a construir o Merzbau, uma "assemblage" tridimensional, que crescia todos os dias, a cada novo elemento que ele trazia da rua. Lygia Clark, décadas depois, no Brasil, diante do mesmo impasse, também abandonava a tela pela construção no espaço real, inventando os bichos e objetos relacionais, que, na verdade, eram pura sensorialidade, ou seja, a expressão reduzida à sua realidade material.&lt;br /&gt;Com a eliminação da referência à natureza e o fim da linguagem pictórica, o quadro, como espaço imaginário, morrera e a matéria da arte passou a ser a realidade "tout court". A rejeição da arte, como expressão estética, tornou-se a tendência preponderante. Se um artista amarra um cão numa galeria de arte, para fazê-lo morrer de fome e sede, e outro convida pessoas para verem larvas de moscas através de um microscópio, deixam evidente que o que lhes resta é mostrar a realidade, já que, sem a linguagem da pintura, não podem reinventá-la, como a arte sempre fez. E assim são levados a crer que o que vale é o real; arte é mentira. Sim, a mentira mais verdadeira que a verdade, como o sabia Pablo Picasso.&lt;br /&gt;Os estetas e teóricos da arte, como os artistas, sempre entenderam que arte e realidade são coisas distintas, pelo fato mesmo de que a arte-pintura, sendo um modo de expressão, não tem a materialidade das coisas reais. Ao substituir as significações simbólicas pela exposição pura e simples dos fenômenos reais, abre-se mão da capacidade humana de criar um universo imaginário que, durante milênios, contribuiu para fazer de nós seres culturais, distintos dos demais seres vivos que, estes, sim, limitam-se à experiência do mundo material.&lt;br /&gt;Neste contexto, a próxima Bienal de São Paulo muda-se em festival de cinema, fotos e vídeos para nos mostrar a realidade que já conhecemos: a guerra, as penitenciárias, os prostíbulos, os drogados, enfim, o pesadelo redundante, que nos chega diariamente pela televisão e pelos jornais. Ao contrário disso, uma obra de arte como "Noite Estrelada", de Van Gogh, por exemplo, não é nunca redundante; é sempre atual, é um deslumbramento a mais no mundo. A arte existe porque a realidade não nos basta, sabiam?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7402905688492670236-8502163321695004911?l=ceifazer.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ceifazer.blogspot.com/feeds/8502163321695004911/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ceifazer.blogspot.com/2010/03/historia-da-arte-texto-para-3ano-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7402905688492670236/posts/default/8502163321695004911'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7402905688492670236/posts/default/8502163321695004911'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ceifazer.blogspot.com/2010/03/historia-da-arte-texto-para-3ano-em.html' title='História da Arte - Texto para 3ºano E.M.'/><author><name>CEI_faz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15639033654627396645</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7402905688492670236.post-4599203480355227162</id><published>2010-02-17T13:59:00.000-08:00</published><updated>2010-02-17T14:09:49.473-08:00</updated><title type='text'>IMPRESSIONISMO</title><content type='html'>OI,2° ANO!Essa postagem é para vocês!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Através da leitura de imagens: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- Comente sobre a função principal da arte impressionista; &lt;br /&gt;2- Faça uma análise das imagens da Catedral de Rouen,citando as principais características impressionistas nessas obras. &lt;br /&gt;A CATEDRAL DE ROUEN – CLAUDE MONET (1840-1862) &lt;br /&gt;A Catedral de Rouen &lt;br /&gt;Monet pintou, durante um ano, cinquenta imagens, em horários diferentes, da Catedral de Rouen, reproduzindo a incidência da luz. Assim, ele pretendia analisar as diferentes influências que a luz pode exercer sobre a percepção da realidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Nem8MNbk2OI/S3xnywGT3sI/AAAAAAAAABQ/jKiDsZHXoh4/s1600-h/A+Catedral+de+Rouen+18931894oleo+stela.Louvre,Paris,Fran%C3%A7a.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 216px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Nem8MNbk2OI/S3xnywGT3sI/AAAAAAAAABQ/jKiDsZHXoh4/s320/A+Catedral+de+Rouen+18931894oleo+stela.Louvre,Paris,Fran%C3%A7a.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5439336571559206594" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;The Rouen Cathedral. 1893-1894. Oil on canvas. Louvre, Paris, France&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Nem8MNbk2OI/S3xoK8uORoI/AAAAAAAAABY/x5MY3kvVBtc/s1600-h/18931894+oleo+s+tela+ThePushkin+Museum+of+Fine+Arts,Moscou,R%C3%BAssia.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 205px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Nem8MNbk2OI/S3xoK8uORoI/AAAAAAAAABY/x5MY3kvVBtc/s320/18931894+oleo+s+tela+ThePushkin+Museum+of+Fine+Arts,Moscou,R%C3%BAssia.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5439336987264697986" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Rouen Cathedral in the Evening. 1893-1894. Oil on canvas. The Pushkin Museum of Fine Arts, Moscow, Russia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Nem8MNbk2OI/S3xoeiGmxUI/AAAAAAAAABg/QQoHD4eYw_c/s1600-h/The_Rouen_Cathedral_at_Twilight18931894.oleo+s+tela.Museum+of+Fine+Arts,Boston,MA,USA.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 206px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Nem8MNbk2OI/S3xoeiGmxUI/AAAAAAAAABg/QQoHD4eYw_c/s320/The_Rouen_Cathedral_at_Twilight18931894.oleo+s+tela.Museum+of+Fine+Arts,Boston,MA,USA.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5439337323716592962" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Rouen Cathedral at Twilight. 1893-1894. Oil on canvas. Museum of Fine Arts, Boston, MA, USA.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7402905688492670236-4599203480355227162?l=ceifazer.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ceifazer.blogspot.com/feeds/4599203480355227162/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ceifazer.blogspot.com/2010/02/impressionismo.html#comment-form' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7402905688492670236/posts/default/4599203480355227162'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7402905688492670236/posts/default/4599203480355227162'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ceifazer.blogspot.com/2010/02/impressionismo.html' title='IMPRESSIONISMO'/><author><name>CEI_faz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15639033654627396645</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Nem8MNbk2OI/S3xnywGT3sI/AAAAAAAAABQ/jKiDsZHXoh4/s72-c/A+Catedral+de+Rouen+18931894oleo+stela.Louvre,Paris,Fran%C3%A7a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7402905688492670236.post-6816667050970595127</id><published>2010-02-06T17:07:00.000-08:00</published><updated>2010-02-06T17:50:26.701-08:00</updated><title type='text'>História da Arte E.M. 1º ano</title><content type='html'>Olá,pessoal!Seguem abaixo o texto e as questões para que respondam.Por favor, usem o português formal,sem abreviações ou termos de MSN!Envie seu trabalho com seu nome completo até 22/02 para meu e-mail:fafanoronha@uol.com.br.&lt;br /&gt;Será avaliado como ATIVIDADE(Peso 1 no bimestre).Bom trabalho!&lt;br /&gt;Profª Fafá&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I- Faça um resumo do texto, observando a idéia principal de cada parágrafo.&lt;br /&gt;II-Em seguida, com base na opinião de Daniel Piza, explique:&lt;br /&gt;A) Por que a beleza possui um caráter subjetivo?&lt;br /&gt;B) Por que a arte não se faz só com beleza?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17.05.09&lt;br /&gt; Instinto de arte &lt;br /&gt;por Daniel Piza, Seção: livros, artes visuais 09:02:18.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Nem8MNbk2OI/S24aDstAQ3I/AAAAAAAAAA4/xhjbB27M44w/s1600-h/instinto+da+arte.bmp"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Nem8MNbk2OI/S24aDstAQ3I/AAAAAAAAAA4/xhjbB27M44w/s320/instinto+da+arte.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5435310451124618098" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Sempre ouvimos que a beleza é subjetiva, que muda de acordo com o tempo, o lugar e o observador. “Ah, na Renascença os homens gostavam de gordinhas”, fala-se, em contraponto à magreza valorizada hoje em dia. Também se diz que a beleza é relativa, comparativa, porque um prédio pode parecer bonito até que outro mais bonito ainda surja ao lado. E que a beleza é uma qualidade decorativa, um atributo de superfície, um dado da anatomia; mulheres em especial gostam de dizer que não fazem questão de homem bonito, que é melhor que ele seja charmoso, interessante, divertido, etc. “Gosto não se discute”, eis a palavra final, quando já existe a certeza de que o outro discorda.&lt;br /&gt;Mas esses lugares-comuns não explicam fenômenos que podemos ver a todo instante, ainda mais num mundo de distâncias reduzidas como o atual. Não me esqueço da cerimônia de abertura da Olimpíada de Pequim que vi num grande telão em uma avenida que estava lotada de chineses e turistas. Como cada delegação era aplaudida pelos compatriotas, pudemos ver que havia gente do mundo todo. De vez em quando, a câmera dava closes em atletas mundialmente famosos ou nem tanto. E quando eram bonitos – eles ou elas – havia um “oooh” generalizado. Combinações harmônicas de volumes proporcionais, traços nítidos e cores viçosas transcendiam características locais e tinham apelo universal.&lt;br /&gt;Por esse motivo, estudiosos de diversas disciplinas tentam há muito tempo definir o que é beleza, encontrar uma espécie de lei que a determine. É o que fazem de novo dois livros recém-publicados em inglês, The Art Instinct, de Denis Dutton, e Beauty, de Roger Scruton. Dutton, editor do ótimo portal Arts &amp; Letters, tenta entender o prazer da beleza à luz da evolução de Darwin. Ele mostra como o design cerebral favorece equilíbrio e movimento e se deixa seduzir por simulações que lhe pareçam informativas e estimulantes, pois somos seres contemplativos: aprendemos pela imitação. Scruton, grande crítico conservador, autor do estudo sobre modernismo The Banquet Years, procura associá-la à racionalidade humana. Queremos partilhar uma experiência alheia de um modo que é ao mesmo tempo ordenado e peculiar e, por isso, nos leva ao exame e autoexame crítico.&lt;br /&gt;Muito do que ambos dizem me parece correto, mas também limitado. Sim, é verdade que há exemplos de beleza humana e artística que ultrapassam gerações, e o simples fato de que resistiram a tantas mudanças de valores é uma prova de que o subjetivismo e o relativismo não bastam. Mas não vamos muito longe se desprezarmos o enorme espectro de estilos que podem conter beleza; ou seja, ela parte de noções como proporcionalidade ou vitalidade, e não chega a elas. O Parthenon ou a Notre-Dame são simétricos, mas os ritmos, espaços e detalhes dão outro grau de expressividade à sua forma geral. Beleza, nem mesmo no rosto humano ou nas artes funcionais, não é o mesmo que perfeição métrica.&lt;br /&gt;Mais importante: arte não se faz só com beleza. Umberto Eco foi feliz em fazer um livro chamado História da Beleza e depois outro História da Feiura. Mulheres pintadas por Picasso com dois olhos do mesmo lado e soltando gases foram e são consideradas feias, mas a linguagem do artista é de uma tal riqueza em si, inclusive ao recorrer a combinações cromáticas e linhas marcantes, que vemos beleza ali. A história da arte está repleta de usos do “mau gosto” para explorar composições inovadoras. Dutton fala em “complexidade” e “seriedade” como virtudes da grande arte, mas novamente são termos enganosos: não há uma simplicidade melódica em Mozart que nos cativa antes de mais nada e não há uma infinidade de obras iconoclastas ou despretensiosas como uma cena de Charlie Chaplin?&lt;br /&gt;Podemos ter um instinto de beleza que nos diz, por exemplo, que a estátua de Borba Gato na Avenida Santo Amaro é um horror – proporções grotescas, execução tosca, rigidez involuntária –, o que não impede que alguém diga que a acha bonita ou interessante (cada louco com sua mania, etc). No entanto, é mais fácil estabelecer critérios objetivos para dizer o que não é bonito do que o que é. Como a beleza precisa sempre trazer o tom da surpresa, como quando se vê alguém bonito entrar numa sala ou quando reentramos em Chartres, ela não pode ser reduzida a uma fórmula, biológica ou idealista. É justamente por isso que podemos nos situar no contexto da época para ver como aquela nova modalidade de prazer estético surgiu. Se beleza pudesse ser facilmente encontrada, não a procuraríamos tanto. Procurar é belo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Daniel Piza (São Paulo, 1970) é um jornalista brasileiro.Formado em Direito pela Universidade de São Paulo, não seguiu na área jurídica e começou a carreira no jornal O Estado de S. Paulo, em 1991, cobrindo especialmente a área cultural.Já escreveu diversos livros, inclusive uma biografia de Machado de Assis, que sofreu críticas dos especialistas. É colunista do mesmo jornal paulista onde iniciou a carreira e colabora com diversas revistas do cenário cultural brasileiro.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Faça um resumo do texto, observando a idéia principal de cada parágrafo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7402905688492670236-6816667050970595127?l=ceifazer.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ceifazer.blogspot.com/feeds/6816667050970595127/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ceifazer.blogspot.com/2010/02/historia-da-arte-em-1-ano.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7402905688492670236/posts/default/6816667050970595127'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7402905688492670236/posts/default/6816667050970595127'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ceifazer.blogspot.com/2010/02/historia-da-arte-em-1-ano.html' title='História da Arte E.M. 1º ano'/><author><name>CEI_faz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15639033654627396645</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Nem8MNbk2OI/S24aDstAQ3I/AAAAAAAAAA4/xhjbB27M44w/s72-c/instinto+da+arte.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
