quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

IMPRESSIONISMO

OI,2° ANO!Essa postagem é para vocês!

Através da leitura de imagens:

1- Comente sobre a função principal da arte impressionista;
2- Faça uma análise das imagens da Catedral de Rouen,citando as principais características impressionistas nessas obras.
A CATEDRAL DE ROUEN – CLAUDE MONET (1840-1862)
A Catedral de Rouen
Monet pintou, durante um ano, cinquenta imagens, em horários diferentes, da Catedral de Rouen, reproduzindo a incidência da luz. Assim, ele pretendia analisar as diferentes influências que a luz pode exercer sobre a percepção da realidade.



The Rouen Cathedral. 1893-1894. Oil on canvas. Louvre, Paris, France






The Rouen Cathedral in the Evening. 1893-1894. Oil on canvas. The Pushkin Museum of Fine Arts, Moscow, Russia.








The Rouen Cathedral at Twilight. 1893-1894. Oil on canvas. Museum of Fine Arts, Boston, MA, USA.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

História da Arte E.M. 1º ano

Olá,pessoal!Seguem abaixo o texto e as questões para que respondam.Por favor, usem o português formal,sem abreviações ou termos de MSN!Envie seu trabalho com seu nome completo até 22/02 para meu e-mail:fafanoronha@uol.com.br.
Será avaliado como ATIVIDADE(Peso 1 no bimestre).Bom trabalho!
Profª Fafá

I- Faça um resumo do texto, observando a idéia principal de cada parágrafo.
II-Em seguida, com base na opinião de Daniel Piza, explique:
A) Por que a beleza possui um caráter subjetivo?
B) Por que a arte não se faz só com beleza?

17.05.09
Instinto de arte
por Daniel Piza, Seção: livros, artes visuais 09:02:18.


Sempre ouvimos que a beleza é subjetiva, que muda de acordo com o tempo, o lugar e o observador. “Ah, na Renascença os homens gostavam de gordinhas”, fala-se, em contraponto à magreza valorizada hoje em dia. Também se diz que a beleza é relativa, comparativa, porque um prédio pode parecer bonito até que outro mais bonito ainda surja ao lado. E que a beleza é uma qualidade decorativa, um atributo de superfície, um dado da anatomia; mulheres em especial gostam de dizer que não fazem questão de homem bonito, que é melhor que ele seja charmoso, interessante, divertido, etc. “Gosto não se discute”, eis a palavra final, quando já existe a certeza de que o outro discorda.
Mas esses lugares-comuns não explicam fenômenos que podemos ver a todo instante, ainda mais num mundo de distâncias reduzidas como o atual. Não me esqueço da cerimônia de abertura da Olimpíada de Pequim que vi num grande telão em uma avenida que estava lotada de chineses e turistas. Como cada delegação era aplaudida pelos compatriotas, pudemos ver que havia gente do mundo todo. De vez em quando, a câmera dava closes em atletas mundialmente famosos ou nem tanto. E quando eram bonitos – eles ou elas – havia um “oooh” generalizado. Combinações harmônicas de volumes proporcionais, traços nítidos e cores viçosas transcendiam características locais e tinham apelo universal.
Por esse motivo, estudiosos de diversas disciplinas tentam há muito tempo definir o que é beleza, encontrar uma espécie de lei que a determine. É o que fazem de novo dois livros recém-publicados em inglês, The Art Instinct, de Denis Dutton, e Beauty, de Roger Scruton. Dutton, editor do ótimo portal Arts & Letters, tenta entender o prazer da beleza à luz da evolução de Darwin. Ele mostra como o design cerebral favorece equilíbrio e movimento e se deixa seduzir por simulações que lhe pareçam informativas e estimulantes, pois somos seres contemplativos: aprendemos pela imitação. Scruton, grande crítico conservador, autor do estudo sobre modernismo The Banquet Years, procura associá-la à racionalidade humana. Queremos partilhar uma experiência alheia de um modo que é ao mesmo tempo ordenado e peculiar e, por isso, nos leva ao exame e autoexame crítico.
Muito do que ambos dizem me parece correto, mas também limitado. Sim, é verdade que há exemplos de beleza humana e artística que ultrapassam gerações, e o simples fato de que resistiram a tantas mudanças de valores é uma prova de que o subjetivismo e o relativismo não bastam. Mas não vamos muito longe se desprezarmos o enorme espectro de estilos que podem conter beleza; ou seja, ela parte de noções como proporcionalidade ou vitalidade, e não chega a elas. O Parthenon ou a Notre-Dame são simétricos, mas os ritmos, espaços e detalhes dão outro grau de expressividade à sua forma geral. Beleza, nem mesmo no rosto humano ou nas artes funcionais, não é o mesmo que perfeição métrica.
Mais importante: arte não se faz só com beleza. Umberto Eco foi feliz em fazer um livro chamado História da Beleza e depois outro História da Feiura. Mulheres pintadas por Picasso com dois olhos do mesmo lado e soltando gases foram e são consideradas feias, mas a linguagem do artista é de uma tal riqueza em si, inclusive ao recorrer a combinações cromáticas e linhas marcantes, que vemos beleza ali. A história da arte está repleta de usos do “mau gosto” para explorar composições inovadoras. Dutton fala em “complexidade” e “seriedade” como virtudes da grande arte, mas novamente são termos enganosos: não há uma simplicidade melódica em Mozart que nos cativa antes de mais nada e não há uma infinidade de obras iconoclastas ou despretensiosas como uma cena de Charlie Chaplin?
Podemos ter um instinto de beleza que nos diz, por exemplo, que a estátua de Borba Gato na Avenida Santo Amaro é um horror – proporções grotescas, execução tosca, rigidez involuntária –, o que não impede que alguém diga que a acha bonita ou interessante (cada louco com sua mania, etc). No entanto, é mais fácil estabelecer critérios objetivos para dizer o que não é bonito do que o que é. Como a beleza precisa sempre trazer o tom da surpresa, como quando se vê alguém bonito entrar numa sala ou quando reentramos em Chartres, ela não pode ser reduzida a uma fórmula, biológica ou idealista. É justamente por isso que podemos nos situar no contexto da época para ver como aquela nova modalidade de prazer estético surgiu. Se beleza pudesse ser facilmente encontrada, não a procuraríamos tanto. Procurar é belo.

Daniel Piza (São Paulo, 1970) é um jornalista brasileiro.Formado em Direito pela Universidade de São Paulo, não seguiu na área jurídica e começou a carreira no jornal O Estado de S. Paulo, em 1991, cobrindo especialmente a área cultural.Já escreveu diversos livros, inclusive uma biografia de Machado de Assis, que sofreu críticas dos especialistas. É colunista do mesmo jornal paulista onde iniciou a carreira e colabora com diversas revistas do cenário cultural brasileiro.
Faça um resumo do texto, observando a idéia principal de cada parágrafo.